No jogo a contar para a 12ª jornada, onde o Eléctrico FC viajou a Óbidos onde venceu a equipa da casa, União Amigos Olho Marinho por 2-4.
O EFC alinhou com o seguinte cinco: Bruno Castro, Luís Alves, Paulo Paixão, Ricardo Dionísio e Rogério Alves.
No banco ficaram: Valdeir Júnior, André Pereira, João Apolinário, André Serrano, Pedro Boto e Francisco Aragonez.
Com uma entrada péssima por parte do EFC, contrastando com um ínicio aguerrido, lutador e com boa preparação física só demonstra a competitividade do campeonato e a impreviabilidade que pode ter qualquer jogo, mesmo que o adversário esteja nos lugares menos cimeiros da tabela classificativa.
Nos primeiros cinco minutos de jogo, o grupo pertencente à AF Leiria teve três oportunidades de golo, para defesa do Guarda redes alentejano, Bruno Castro.
Apesar das defesas conseguidas a atitude em jogo não era a melhor, resultando assim inúmeras dificuldades em chegar ao golo.
O marcador foi inaugurado minutos depois, a partir dum lance individual de Paulo Paixão onde este remata de fora de área.
Num lance onde o adversário ficou em superioridade numérica, o conjunto de Olho Marinho, conseguiu igualar a partida, metendo a bola no segundo poste, que somente precisou de encostar para que a bola entrasse na baliza.
A quatro minutos do fim, um penalty assinalado contra o EFC, sem perigo para a baliza já que o jogador encarregue de marcá-lo atirou ao lado.
O jogo ficou dividido até ao intervalo.
Com o retomo da partida, a equipa orientada por Francisco Aragonez voltou a entrar em jogo “adormecido” o que por consequência fez com que o marcador voltasse a alterar, mas desta vez alterando para a desvantagem de 2-1 a favor dos da casa, num lance similar ao do primeiro golo, que após uma recuperação de bola junto à linha, apenas teve de servir o colega que estava isolado ao segundo poste.
Com este “balde de água fria”, estava na hora da equipa acordar e batalhar para sair daquele pavilhão com os três pontos que os mantinha na primeira posição.
Começaram a marcar encima e a subir no terreno, a pressionar na frente e a arriscar tudo, pondo à prova a preparação física do Olho Marinho e esta estava a ter uma quebra o que veio a favorecer o EFC.
Passado alguns minutos, num lance individual de Ricardo Dionísio aquando recupera a bola ainda no meio campo defensivo e depois de fintar três adversários, aproveita a saída do guarda-redes e pica-lhe a bola por cima e faz um chapéu, igualando novamente o marcador. Estava feito o 2-2.
Esta atitude continuou até ao minuto 35’ , onde o EFC passa para a frente do marcador após golo de André Serrano para o 2-3.
De atitude imediata, o Olho Marinho pede minuto de desconto, retomando a partida com o guarda-redes em posição mais avançada.
O Eléctrico FC defendeu com coerência e com a máxima concentração de modo a evitar as investidas do adversário, que apenas conseguiu uma bola ao ferro.
Numa recuperação de bola, Francisco Aragonez faz o 2-4 num golo de baliza –a –baliza.
E assim continuou o resultado, sem qualquer alteração até ao final da partida, resultado que premeia a melhor qualidade do EFC, apesar que o Olho Marinho merecia mais, foi realmente melhor o resultado que a exibição.
O EFC alinhou com o seguinte cinco: Bruno Castro, Luís Alves, Paulo Paixão, Ricardo Dionísio e Rogério Alves.
No banco ficaram: Valdeir Júnior, André Pereira, João Apolinário, André Serrano, Pedro Boto e Francisco Aragonez.
Com uma entrada péssima por parte do EFC, contrastando com um ínicio aguerrido, lutador e com boa preparação física só demonstra a competitividade do campeonato e a impreviabilidade que pode ter qualquer jogo, mesmo que o adversário esteja nos lugares menos cimeiros da tabela classificativa.
Nos primeiros cinco minutos de jogo, o grupo pertencente à AF Leiria teve três oportunidades de golo, para defesa do Guarda redes alentejano, Bruno Castro.
Apesar das defesas conseguidas a atitude em jogo não era a melhor, resultando assim inúmeras dificuldades em chegar ao golo.
O marcador foi inaugurado minutos depois, a partir dum lance individual de Paulo Paixão onde este remata de fora de área.
Num lance onde o adversário ficou em superioridade numérica, o conjunto de Olho Marinho, conseguiu igualar a partida, metendo a bola no segundo poste, que somente precisou de encostar para que a bola entrasse na baliza.
A quatro minutos do fim, um penalty assinalado contra o EFC, sem perigo para a baliza já que o jogador encarregue de marcá-lo atirou ao lado.
O jogo ficou dividido até ao intervalo.
Com o retomo da partida, a equipa orientada por Francisco Aragonez voltou a entrar em jogo “adormecido” o que por consequência fez com que o marcador voltasse a alterar, mas desta vez alterando para a desvantagem de 2-1 a favor dos da casa, num lance similar ao do primeiro golo, que após uma recuperação de bola junto à linha, apenas teve de servir o colega que estava isolado ao segundo poste.
Com este “balde de água fria”, estava na hora da equipa acordar e batalhar para sair daquele pavilhão com os três pontos que os mantinha na primeira posição.
Começaram a marcar encima e a subir no terreno, a pressionar na frente e a arriscar tudo, pondo à prova a preparação física do Olho Marinho e esta estava a ter uma quebra o que veio a favorecer o EFC.
Passado alguns minutos, num lance individual de Ricardo Dionísio aquando recupera a bola ainda no meio campo defensivo e depois de fintar três adversários, aproveita a saída do guarda-redes e pica-lhe a bola por cima e faz um chapéu, igualando novamente o marcador. Estava feito o 2-2.
Esta atitude continuou até ao minuto 35’ , onde o EFC passa para a frente do marcador após golo de André Serrano para o 2-3.
De atitude imediata, o Olho Marinho pede minuto de desconto, retomando a partida com o guarda-redes em posição mais avançada.
O Eléctrico FC defendeu com coerência e com a máxima concentração de modo a evitar as investidas do adversário, que apenas conseguiu uma bola ao ferro.
Numa recuperação de bola, Francisco Aragonez faz o 2-4 num golo de baliza –a –baliza.
E assim continuou o resultado, sem qualquer alteração até ao final da partida, resultado que premeia a melhor qualidade do EFC, apesar que o Olho Marinho merecia mais, foi realmente melhor o resultado que a exibição.

EFC vence em Óbidos e mantem-se na liderança