Ofélia Sequeira, mais conhecida por Floor é a capitã da equipa da Universidade de Évora integrada no Distrital da mesma região, a mesma competição onde as equipas do nosso distrito entraram: Associação Soujovem, Portalegrense e Campomaiorense.
Floor Sequeira, a nº19 da equipa da Associação Académica da Universidade de Évora é uma das campeãs do Distrital de Évora 2012/2013. Orientada por Luís Papança, possui o seguinte currículo desportivo:
- Sport Lisboa e Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Troféu equipa Fair-Play, 1 Presença na Taça Nacional.
- Casa de Pessoal da Tyco: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença da Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Campeoanto, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Troféu equipa Fair-Play, 1 Presença na Taça Nacional.
- Associação Académica da Universidade de Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
Este “pequeno” percurso fá-la ser uma das referências tanto na equipa como na modalidade pois, participou em todos os campeonatos distritais femininos até então realizados, ainda não conhece o sabor da derrota em jogos oficiais e participou em todas as taças nacionais desde a criação dos distritais da AF Évora.
Por último, agradecer à própria Floor pela disponibilidade imediata após o convite e ao Luís Papança por tornar esta “conversa” possível. É de destacar a humildade, a coesão e a boa pessoa que esta atleta se revelou e que poderá ser exemplo para muita gente.
A.S. - Primeiramente muitos parabéns pela conquista do campeonato.
Para quem não te conhece, quem é a Floor??
Floor Sequeira: "Obrigada, em meu nome e no da minha equipa.
Chamo-me Ofélia Sequeira, tenho 28 anos, sou natural de uma aldeia [Oledo] do Distrito de Castelo Branco, vim para Évora estudar, sou investigadora na área de História e trabalho em Lisboa.
Sou uma pessoa super normal que se divide entre Évora e Lisboa, que adora o trabalho que tem, que gosta de futsal e que tem "(...) todos os sonhos do mundo (...)".".
A.S. - Por aí mesmo ia começar...
Futsal no feminino, uma modalidade em expansão que exige muito duma atleta, que comparado com o masculino a escassez de equipas é evidente.
És um exemplo do "basta querer para ter". Como consegues dividir-te entre Lisboa (Trabalho), Évora (Desporto) e Castelo Branco (Família)?
Floor Sequeira: "Futsal exige bastante, mas cabe a cada um nós torná-lo menos exigente, mais fácil.
Acredito que tal como eu, por este país fora haja tantos exemplos de raparigas que se dividam em "três" ou mais para fazerem aquilo que mais gostam, para estarem com os que mais amam.
Praticar/gostar de desporto não se explica, sente-se. Pode parecer cliché mas "quem corre por gosto não cansa" nem consigo inumerar as vezes que viajei de Lisboa a meio da semana só para treinar em Évora e voltar no dia seguinte para Lisboa, se me arrependo!?Não, voltaria a fazê-lo com a mesma vontade de sempre. ".
A.S. - É essa a "mentalidade", que como uma das capitãs, tentas passar às tuas colegas?
Floor Sequeira: "Também, mas acima de tudo que na vida todas (os) temos responsabilidades. Se aceitamos os compromissos, esses são para cumprir.".
A.S. - Pertencendo a uma equipa que faz parte duma universidade, achas que a prática de desporto influencia positivamente o sucesso escolar?
Floor Sequeira: "Sem dúvida. Falo por mim, durante os 4 anos que frequentei a Universidade de Évora sempre joguei na equipa feminina da Universidade, acabar um dia cheio de aulas e trabalhos e a seguir "tirar" uma e hora e meia só para mim, fazia-me muito bem [ainda hoje faz :)] e nunca tive qualquer problema em concluir o curso. Há tempo para tudo, estudar, treinar e sair com os amigos. Mas, penso que qualquer desporto que se pratique faz bem para o sucesso escolar, é necessário "desligar" um bocadinho do dia-a-dia. ".
A.S. - ... mesmo que o trajeto desportivo não corra bem, é possível arranjar-se motivação e separar “as coisas”?
Floor Sequeira: "Eu penso que sim, mas cada um tem de saber separar "as coisas", tem de se gostar mesmo do que se pratica, gostar das pessoas com quem se pratica, saber perder, saber entender que o trajeto desportivo nem sempre corre a nosso favor. Nos anos em que jogava futsal na equipa da Universidade nunca ganhamos torneio universitário algum e continuei a ir treinar, a ir jogar e nunca pensei em desistir. Gostava do que fazia, fazia-me bem, gostava das pessoas com quem o fazia e hoje olho para trás e valeu tudo a pena.".
A.S. - É esse o segredo do teu currículo de "luxo"? A Humildade?
Floor Sequeira: "Sim, tenho um bom currículo desportivo, mas deve-o em grande parte às inúmeras pessoas que comigo jogaram, jogam e aos treinadores com quem tive o prazer de trabalhar e trabalho. Se o segredo é a humildade, não saberei responder, talvez as pessoas que melhor me conhecem, o saibam! Digo muita vez que na minha vida é sempre a somar, sejam experiências boas ou menos boas, tento tirar sempre o bom e o menos bom de qualquer circunstância e trabalhar em equipa, com personalidades diferentes faz-me pensar dessa forma.".
A.S – Queres nomear algumas dessas pessoas?
Floor Sequeira: "As "gaiatas" da minha equipa, porque sem elas não tinha conquistado mais dois títulos e porque a cada treino, a cada jogo me ensinam sempre qualquer coisa e ao meu treinador Luís Papança, tudo o que sei de futsal o devo a ele. ".
A.S. - Entrando por esse aspeto que suscita algum interesse ao público em geral: É mais fácil ter um homem como treinador ou uma mulher?
Floor Sequeira: "Como nunca fui treinada por uma mulher, acho mais fácil ter um homem como treinador. Acho que ambas as partes aprendemos algumas coisas.
Isto, sem querer ferir susceptibilidades.
Até porque acredito que, tal como o homem também a mulher poderá fazer um excelente trabalho. "
A.S. - Achas que ainda há preconceito por mulheres a jogar futsal?
Floor Sequeira: "Se houver é das muitas "mentes iluminadas" espalhadas por este mundo fora, essas que nunca viram um jogo de futsal feminino.
A meu ver, o preconceito está a dissipar-se aos poucos, passou a haver uma grande visibilidade da mulher a jogar futsal e ainda bem! É urgente, mudar as mentalidades e respeitar a escolha de cada um. ".
A.S. - ... É essas "mentes iluminadas" que põem o rótulo homossexual às atletas que praticam precisamente este desporto?
Floor Sequeira: "Penso que sim. O rótulo existirá sempre em tudo o que façamos que vá contra o bom senso, a naturalidade da vida, existirá sempre quem critique, faz parte do ser humano. Sempre existiu homossexualidade neste ou noutro desporto e para mim cada um faz da vida o que bem entender. Devemos respeitar as opções de cada um, sempre lidei muito bem com esse rótulo. "A.S. - Sobre a atualidade... Um campeonato sem derrotas, qual é o segredo?
Floor Sequeira: "Uma grande equipa, dentro e fora de campo [treinador e equipa técnica], muito trabalho, muita dedicação, muito esforço, muitos objectivos, ambição e os "pés assentes na terra". "
A.S. - Passando agora para o distrital praticado em Portalegre, o que achas do nosso futsal?
Floor Sequeira: "Acho que está em expansão, apesar de ainda terem algumas limitações. Tive o prazer de jogar contra as três equipas do distrito de Portalegre, tenho de confessar que acho as três equipas bastante diferentes, não tenho conhecimento das reais dificuldades, mas o que pude ver em campo dá para perceber as diferenças.
A Associação Soujovem tem um plantel limitado e sem grandes alternativas, penso que já tiveram melhor equipa nos anos anteriores.
No que diz respeito ao Campomaiorense, a primeira vez a jogar futsal, bastante aguerrida, mas que ainda lhe falta adquirir muitas noções de futsal.
Por último, o Portalegrense equipa que ficou em 3º lugar do Campeonato Distrital de Évora mostrando que está num bom caminho, com boa margem de progressão e com um treinador com boas noções de futsal.
Apesar de todas as limitações no que ao futsal diz respeito, acredito que têm muita vontade de progredirem na modalidade. ".
A.S. - O que achas da realidade da divulgação do futsal?
Floor Sequeira: "A melhor, se comparada há uns atrás em que mal se ouvia falar de futsal. A transmissão dos jogos da 1ª divisão na TV veio ajudar bastante, sem esquecer os inúmeros blogues que apareceram ligados à modalidade e as entrevistas que começaram a ser realizadas a atletas amadores, ajudam a mostrar a realidade de um desporto em expansão. Acredito que aos poucos o futsal comece a ter uma maior visibilidade. Lembro-me recentemente que, dois jogos da Selecção Feminina foram transmitidos na TV, é uma pequena/grande vitória. São pequenas conquistas que ajudam na divulgação, há que continuar. ".
A.S. - E precisamente à nossa região?
Floor Sequeira: "Pelo conhecimento que tenho de alguns blogues na zona do Alentejo, é das melhores. Há uma "luta" constante dos apaixonados pela modalidade em dinamizar o futsal jogado na região.
Os meus parabéns a quem faz esse trabalho de "laboratório". ".
A.S. - Por último...alguma mensagem que queiras deixar a todas as raparigas que gostem da modalidade?
Floor Sequeira, a nº19 da equipa da Associação Académica da Universidade de Évora é uma das campeãs do Distrital de Évora 2012/2013. Orientada por Luís Papança, possui o seguinte currículo desportivo:
- Sport Lisboa e Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Troféu equipa Fair-Play, 1 Presença na Taça Nacional.
- Casa de Pessoal da Tyco: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença da Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Campeoanto, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Torneio de Abertura, 1 Campeonato, 1 Presença na Taça Nacional.
- Juventude de Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Troféu equipa Fair-Play, 1 Presença na Taça Nacional.
- Associação Académica da Universidade de Évora: 1 Campeonato, 1 Taça, 1 Presença na Taça Nacional.
Este “pequeno” percurso fá-la ser uma das referências tanto na equipa como na modalidade pois, participou em todos os campeonatos distritais femininos até então realizados, ainda não conhece o sabor da derrota em jogos oficiais e participou em todas as taças nacionais desde a criação dos distritais da AF Évora.
Por último, agradecer à própria Floor pela disponibilidade imediata após o convite e ao Luís Papança por tornar esta “conversa” possível. É de destacar a humildade, a coesão e a boa pessoa que esta atleta se revelou e que poderá ser exemplo para muita gente.
A.S. - Primeiramente muitos parabéns pela conquista do campeonato.
Para quem não te conhece, quem é a Floor??
Floor Sequeira: "Obrigada, em meu nome e no da minha equipa.
Chamo-me Ofélia Sequeira, tenho 28 anos, sou natural de uma aldeia [Oledo] do Distrito de Castelo Branco, vim para Évora estudar, sou investigadora na área de História e trabalho em Lisboa.
Sou uma pessoa super normal que se divide entre Évora e Lisboa, que adora o trabalho que tem, que gosta de futsal e que tem "(...) todos os sonhos do mundo (...)".".
A.S. - Por aí mesmo ia começar...
Futsal no feminino, uma modalidade em expansão que exige muito duma atleta, que comparado com o masculino a escassez de equipas é evidente.
És um exemplo do "basta querer para ter". Como consegues dividir-te entre Lisboa (Trabalho), Évora (Desporto) e Castelo Branco (Família)?
Floor Sequeira: "Futsal exige bastante, mas cabe a cada um nós torná-lo menos exigente, mais fácil.
Acredito que tal como eu, por este país fora haja tantos exemplos de raparigas que se dividam em "três" ou mais para fazerem aquilo que mais gostam, para estarem com os que mais amam.
Praticar/gostar de desporto não se explica, sente-se. Pode parecer cliché mas "quem corre por gosto não cansa" nem consigo inumerar as vezes que viajei de Lisboa a meio da semana só para treinar em Évora e voltar no dia seguinte para Lisboa, se me arrependo!?Não, voltaria a fazê-lo com a mesma vontade de sempre. ".
A.S. - É essa a "mentalidade", que como uma das capitãs, tentas passar às tuas colegas?
Floor Sequeira: "Também, mas acima de tudo que na vida todas (os) temos responsabilidades. Se aceitamos os compromissos, esses são para cumprir.".
A.S. - Pertencendo a uma equipa que faz parte duma universidade, achas que a prática de desporto influencia positivamente o sucesso escolar?
Floor Sequeira: "Sem dúvida. Falo por mim, durante os 4 anos que frequentei a Universidade de Évora sempre joguei na equipa feminina da Universidade, acabar um dia cheio de aulas e trabalhos e a seguir "tirar" uma e hora e meia só para mim, fazia-me muito bem [ainda hoje faz :)] e nunca tive qualquer problema em concluir o curso. Há tempo para tudo, estudar, treinar e sair com os amigos. Mas, penso que qualquer desporto que se pratique faz bem para o sucesso escolar, é necessário "desligar" um bocadinho do dia-a-dia. ".
A.S. - ... mesmo que o trajeto desportivo não corra bem, é possível arranjar-se motivação e separar “as coisas”?
Floor Sequeira: "Eu penso que sim, mas cada um tem de saber separar "as coisas", tem de se gostar mesmo do que se pratica, gostar das pessoas com quem se pratica, saber perder, saber entender que o trajeto desportivo nem sempre corre a nosso favor. Nos anos em que jogava futsal na equipa da Universidade nunca ganhamos torneio universitário algum e continuei a ir treinar, a ir jogar e nunca pensei em desistir. Gostava do que fazia, fazia-me bem, gostava das pessoas com quem o fazia e hoje olho para trás e valeu tudo a pena.".
A.S. - É esse o segredo do teu currículo de "luxo"? A Humildade?
Floor Sequeira: "Sim, tenho um bom currículo desportivo, mas deve-o em grande parte às inúmeras pessoas que comigo jogaram, jogam e aos treinadores com quem tive o prazer de trabalhar e trabalho. Se o segredo é a humildade, não saberei responder, talvez as pessoas que melhor me conhecem, o saibam! Digo muita vez que na minha vida é sempre a somar, sejam experiências boas ou menos boas, tento tirar sempre o bom e o menos bom de qualquer circunstância e trabalhar em equipa, com personalidades diferentes faz-me pensar dessa forma.".
A.S – Queres nomear algumas dessas pessoas?
Floor Sequeira: "As "gaiatas" da minha equipa, porque sem elas não tinha conquistado mais dois títulos e porque a cada treino, a cada jogo me ensinam sempre qualquer coisa e ao meu treinador Luís Papança, tudo o que sei de futsal o devo a ele. ".
A.S. - Entrando por esse aspeto que suscita algum interesse ao público em geral: É mais fácil ter um homem como treinador ou uma mulher?
Floor Sequeira: "Como nunca fui treinada por uma mulher, acho mais fácil ter um homem como treinador. Acho que ambas as partes aprendemos algumas coisas.
Isto, sem querer ferir susceptibilidades.
Até porque acredito que, tal como o homem também a mulher poderá fazer um excelente trabalho. "
A.S. - Achas que ainda há preconceito por mulheres a jogar futsal?
Floor Sequeira: "Se houver é das muitas "mentes iluminadas" espalhadas por este mundo fora, essas que nunca viram um jogo de futsal feminino.
A meu ver, o preconceito está a dissipar-se aos poucos, passou a haver uma grande visibilidade da mulher a jogar futsal e ainda bem! É urgente, mudar as mentalidades e respeitar a escolha de cada um. ".
A.S. - ... É essas "mentes iluminadas" que põem o rótulo homossexual às atletas que praticam precisamente este desporto?
Floor Sequeira: "Penso que sim. O rótulo existirá sempre em tudo o que façamos que vá contra o bom senso, a naturalidade da vida, existirá sempre quem critique, faz parte do ser humano. Sempre existiu homossexualidade neste ou noutro desporto e para mim cada um faz da vida o que bem entender. Devemos respeitar as opções de cada um, sempre lidei muito bem com esse rótulo. "A.S. - Sobre a atualidade... Um campeonato sem derrotas, qual é o segredo?
Floor Sequeira: "Uma grande equipa, dentro e fora de campo [treinador e equipa técnica], muito trabalho, muita dedicação, muito esforço, muitos objectivos, ambição e os "pés assentes na terra". "
A.S. - Passando agora para o distrital praticado em Portalegre, o que achas do nosso futsal?
Floor Sequeira: "Acho que está em expansão, apesar de ainda terem algumas limitações. Tive o prazer de jogar contra as três equipas do distrito de Portalegre, tenho de confessar que acho as três equipas bastante diferentes, não tenho conhecimento das reais dificuldades, mas o que pude ver em campo dá para perceber as diferenças.
A Associação Soujovem tem um plantel limitado e sem grandes alternativas, penso que já tiveram melhor equipa nos anos anteriores.
No que diz respeito ao Campomaiorense, a primeira vez a jogar futsal, bastante aguerrida, mas que ainda lhe falta adquirir muitas noções de futsal.
Por último, o Portalegrense equipa que ficou em 3º lugar do Campeonato Distrital de Évora mostrando que está num bom caminho, com boa margem de progressão e com um treinador com boas noções de futsal.
Apesar de todas as limitações no que ao futsal diz respeito, acredito que têm muita vontade de progredirem na modalidade. ".
A.S. - O que achas da realidade da divulgação do futsal?
Floor Sequeira: "A melhor, se comparada há uns atrás em que mal se ouvia falar de futsal. A transmissão dos jogos da 1ª divisão na TV veio ajudar bastante, sem esquecer os inúmeros blogues que apareceram ligados à modalidade e as entrevistas que começaram a ser realizadas a atletas amadores, ajudam a mostrar a realidade de um desporto em expansão. Acredito que aos poucos o futsal comece a ter uma maior visibilidade. Lembro-me recentemente que, dois jogos da Selecção Feminina foram transmitidos na TV, é uma pequena/grande vitória. São pequenas conquistas que ajudam na divulgação, há que continuar. ".
A.S. - E precisamente à nossa região?
Floor Sequeira: "Pelo conhecimento que tenho de alguns blogues na zona do Alentejo, é das melhores. Há uma "luta" constante dos apaixonados pela modalidade em dinamizar o futsal jogado na região.
Os meus parabéns a quem faz esse trabalho de "laboratório". ".
A.S. - Por último...alguma mensagem que queiras deixar a todas as raparigas que gostem da modalidade?
Floor Sequeira: "Acima de tudo, sejam inteiras em tudo o que façam, treinem como de um "jogo a contar" se tratasse, retirem sempre uma lição de tudo o que façam, joguem por vocês, pela vossa equipa, deixem tudo o que têm e o que não têm dentro de campo, não joguem para a bancada e nunca desistam daquilo que vos faz bem.".
À Conversa com... Floor Sequeira